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Qual a importância da ata de assembleia?

Como todos sabemos, regras são criadas em todo lugar – inclusive nos condomínios – para manter todo o sistema em ordem e evitar futuras discussões desnecessárias. No nosso caso, todas essas regras são discutidas em assembleia, onde todos os condôminos tem o direito de votar e decidir o que é melhor ou não para o condomínio funcionar em perfeita harmonia.

A ata da assembleia tem então um papel primordial e importantíssimo: é através dela que ficam registradas e tomam peso de lei (no âmbito do condomínio) todas as decisões tomadas nas reuniões, assim como todos os fatos relevantes que ocorreram durante os encontros, decisões, pontos de discordância e ressalvas. Ela é um histórico do que aconteceu.

Depois de lavrada, ou seja, de reconhecida como documento legal e oficial da reunião, a ata deve ser levada ao conhecimento de todos os condôminos e então arquivada, para futuras consultas. O redator da ata tem em mãos uma grande responsabilidade: toda mudança feita de forma intencional e que possa prejudicar o sentido final das decisões ou ressalvas é passível de ser considerada crime.

Muitos condomínios tem optado por gravar as reuniões, tendo uma base sólida para posterior elaboração da ata e arquivamento também. De qualquer forma, a ata em papel e sua distribuição aos moradores continua sendo obrigatória, então muito cautela em sua elaboração.

Acessibilidade: seu condomínio tem?

Desde 2004 a lei da acessibilidade se aplica também aos condomínios: todos devem estar adaptados e promover o livre acesso à deficientes e pessoas com dificuldade de locomoção. Todos os acessos ao condomínio, incluindo áreas comuns, como piscina, salões de festa e de reunião, quadras, portarias, estacionamentos e garagem devem estar adaptados para facilitar o acesso dessas pessoas.

Segundo censo realizado pelo IBGE em 2000, 24,5 milhões de brasileiros tem algum tipo de deficiência, ou seja, 14,5% da população. Há ainda as pessoas com mobilidade reduzida, como os idosos ou casos temporários, como acidentes e imobilizações, por exemplo.

Na hora de adaptar o ambiente, porém, é preciso ter cuidado. Não basta um simples rampa, tudo deve estar dentro dos padrões estabelecidos pela norma técnica NBR 9050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Nas entradas e saídas, por exemplo, a superfície deve ser plana e antiderrapante para qualquer clima, além de ter no mínimo 1,20m de largura e não possuir obstáculos. Recomenda-se também o uso de piso tátil para indicar mudanças de plano ou obstáculos.

Na dúvida, consulte um especialista: na ESTASA temos os melhores profissionais para auxiliar na sua reforma e garantir o bem estar de todos no seu condomínio.

Que tal contratar um síndico profissional?

A maioria dos condomínios antigos não possui muitas unidades habitacionais ou áreas comuns a serem administradas e por isso o síndico, responsável pela organização e manutenção do bem estar de todos, na maioria das vezes é um dos próprios moradores.

Atualmente, no entanto, os empreendimentos mais novos possuem um elevado número de prédios e apartamentos, áreas de lazer e prestadores de serviços, tornando esse trabalho de administração muito mais complexo. Seria a hora de chamar um síndico profissional?

Existem inúmeras vantagens em ter um profissional da área administrando e cuidando do seu condomínio. Vamos enumerar algumas:

- Imparcialidade: um síndico que não é morador não precisa ser distante dos condôminos, mas a chance de se envolver nas questões do condomínio que podem influenciar negativamente a tomada de decisões importante diminui consideravelmente. Assim, a gestão fica baseada apenas em números, controles, grau de satisfação dos moradores e outros elementos quantitativos e qualitativos exatos;

- Quanto maior o condomínio, mais complicada será a sua administração e um profissional da área pode tornar processos como contratação de prestadora de serviços, organização das contas e implementação de métodos de trabalho muito mais rápidos, além de trazer “de fora” ideias que tiveram resultados positivos em outros condomínios;

- A figura do síndico contratado gera uma visão mais profissional da gestão do condomínio, principalmente para os prestadores de serviços;

- Um profissional possui mais experiência no gerenciamento de crises e na negociação de contratos, além de já conhecer o mercado;

- Caso seja necessário seu desligamento, não há mal estar entre os condôminos.

 

A nomeação dessa pessoa deve ser analisada por todos os condôminos, que avaliam em assembleia a sua real necessidade. Além disso, também é importante analisar a convenção condominial para saber se a contratação é possível.

Além disso, avalie bem e contrate um profissional de confiança, afinal, seu condomínio vai estar nas mãos dele. Na ESTASA oferecemos um serviço completo de gestão do seu condomínio, confira clicando aqui.

 

Super Síndico em: CFTV e Cercas Elétricas

Uma das principais preocupações de se viver nos grandes centros urbanos hoje em dia é a segurança, um fator que pesa muito na hora de escolher um imóvel. Os condomínios costumam ser escolhidos por geralmente apresentar mais segurança e muitos deles possuem circuitos fechados de TV e cercas elétricas. Mas o síndico precisa ter alguns cuidados para poder instalar e usar de forma correta esse tipo de equipamento.

LOCAL – Áreas de circulação constante, como postarias, entrada e saída de pessoas e veículos, halls de entrada e elevadores são os locais mais indicados para instalar os equipamentos, uma vez que são os mais movimentados. Em outros locais, como salões de festa, também podem haver equipamentos, mas sem precisar de monitoramento constante – as imagens podem ser resgatadas caso haja algum problema. Algumas áreas como banheiros e vestiários não podem ser filmadas.

SINALIZAÇÃO – De extrema importância, a sinalização da presença de câmeras e cercas elétricas é essencial, uma vez que o condomínio é responsável por qualquer acidente causado pela cerca elétrica ou por algum vídeo comprometedor postado na internet, por exemplo. Por isso é importante que esse tipo de equipamento seja instalado e monitorado por empresas especializadas.

IMAGENS – O ideal é que os moradores tenham acesso apenas às câmeras de entrada e saída do condomínio. Caso seja preciso que imagens sejam revistas para resolução de pequenos problemas, como arranhão em carro na garagem, por exemplo, a solicitação deve ser feita ao síndico, que assistirá o trecho solicitado juntamente com o solicitante. Para casos mais sérios, o recomendado é que as imagens sejam cedidas apenas mediante pedido judicial, para evitar futuros processos contra o condomínio.

LEGISLAÇÃO – Na grande maioria dos estados e municípios não há uma legislação específica sobre o tema. São Paulo e Brasília, por exemplo, possuem regulamentações bem específicas. Mas, no geral, fica o bom senso sobre o uso das imagens e a responsabilidade de contratar uma empresa especializada para a instalação de todos os equipamentos, afim de garantir a maior segurança aos moradores.

Escritura: para que serve?

Um dos documentos mais importantes a serem verificados no momento de adquirir um imóvel é a sua escritura. Assumir o risco de comprar um imóvel sem escritura é muito perigoso, uma vez que o vendedor pode, até mesmo, nem ser o dono do local à venda.

Sem o documento não há qualquer garantia sobre a procedência do bem (se é mesmo do vendedor, se foi transferido ou legado à ele de forma legal). Caso seja constatada alguma fraude, o comprador pode ficar até mesmo sem o imóvel.

Alguns compradores possuem a matrícula do imóvel, mas não lavram a escritura e não a apresenta em cartório devido aos custos com pagamento de impostos, que podem chegar até à 2% do valor do imóvel. Nesse caso, os problemas surgem anos depois, quando o comprador resolve vender ou transferir o local. Herdeiros também podem ser bastante prejudicados no processo, em caso de falecimento do proprietário, pois a única forma de reconhecimento é por usucapião, processo judicial que costuma demorar bastante para ser finalizado.

Documentos e mais documentos: o que preciso para comprar meu imóvel?

Muitas pessoas tem dúvidas na hora de adquirir um imóvel e a principal delas é: quais documentos levar?  É preciso muita paciência para resolver todos os trâmites burocráticos. Depois dos primeiros passos, como escolher e empreendimento e definir a forma de pagamento, é hora de separar todos os documentos. Anote aí:

 

- RG (seu e do cônjuge, se houver);

- CPF (seu e do cônjuge, se houver);

- Certidão de estado civil;

- comprovante de endereço;

- comprovante de renda;

- imposto de renda.

Documentos em mãos e proposta de compra preenchida, a papelada toda será encaminhada para o setor administrativo da imobiliária responsável, para análise de crédito. Após a aprovação, tudo isso vai se tornar o contrato de compra do imóvel, onde estarão todos os detalhes dele, como metragem, especificações e forma de pagamento, por exemplo.

Tudo certo agora? Não, ainda falta muita coisa, como verificar se o imóvel e/ou o vendedor possui pendências, como dívidas com IPTU e condomínio, por exemplo. Além disso, existem taxas que devem ser pagas, como Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e documentos que são solicitados em cartório – que não são em sua maioria muito baratos e por isso precisam entrar no planejamento e serem solicitados apenas quando tudo mais já estiver devidamente acertado.

Pra você não se perder no meio de tanto papel, é simples: a ESTASA oferece um serviço de acompanhamento de compra e venda, com um profissional capacitado e que vai te acompanhar desde a entrada do imóvel para venda até a lavratura da escritura e a entrega das chaves. Para saber mais, acesse http://www.estasa.com.br/imoveis.php

 

De olho em um imóvel usado? Siga nossas dicas!

 

Muitas pessoas, na busca pela casa própria, preferem adquirir um imóvel usado ou antigo ao invés de um novo ou na planta. Para não entrar em uma cilada e fazer um mal negócio, trazemos algumas dicas e observações que devem ser levadas em consideração no momento de avaliar se vale a pena ou não investir nesse tipo de imóvel sem ter dor de cabeça depois.

 

 

1. Avalie a construção e a estrutura do prédio: lugares muito antigos podem apresentar rachaduras ou infiltrações que precisarão de reformas posteriores. Observe também como as áreas comuns do prédio são, pois muitas vezes o problema pode não aparecer imediatamente no seu apartamento, por exemplo.

2. Se o imóvel ficar em um condomínio, fique atento à saúde financeira dele, para evitar surpresas com cotas extras, obras e inadimplência.

3. Atenção à posição do sol, especialmente no Rio de Janeiro. Imóveis que tomam muito sol à tarde costumam absorver muito o calor, o que os faz ficarem muito quentes e abafados à noite. Uma boa dica é fazer visitas aos imóveis em horários diferentes.

4. Observe o piso e as portas: eles são importantes indícios de que há cupins no local, caso haja muito pó acumulado.

5. A instalação elétrica também é um ponto importante a ser verificado. Atenção especial à possíveis manchas escuras, sinais de superaquecimento, fios retorcidos ou com isolamento precário.

6. Próximo passo: instalação hidráulica. Ligue torneiras, chuveiros e válvulas para localizar possíveis itens enferrujados ou água de coloração estranha, o que pode indicar problemas nos canos ou no reservatório de água.

Siga essas cias e pode investir sem medo num imóvel usado.

Vai comprar seu primeiro imóvel? Siga nossas dicas!

Já dizia o ditado popular: “quem casa, quer casa!”. Hoje em dia, até quem ainda não casou (ou não tem planos de se juntar com ninguém) quer mais independência e o sonho da casa própria. Por isso trazemos hoje dicas para você, que quer comprar seu primeiro imóvel.

 

 

Localização

O local onde o imóvel se encontra determina muitos fatores, principalmente o valor. Além disso, você também deve avaliar se ele é de fácil acesso para os principais locais da sua rotina, como trabalho, casa de amigos e de parentes, e se ele fica localizado em um bom local, com opções variadas de comércio, transporte e lazer. Verificar se o local é seguro também é essencial.

Prioridades

Determine suas prioridades antes de escolher um imóvel. Precisa ser perto do trabalho ou da faculdade? O condomínio precisa oferecer serviços como piscina e academia? Precisa ter um tamanho determinado (mínimo ou máximo)? Com essas respostas em mente, ficará mais fácil filtrar a sua busca e encontrar o imóvel ideal às suas prioridades e necessidades.

Outros valores

Além do valor do imóvel é importante verificar se há outros valores, como aluguel e taxas, para que o orçamento não fique comprometido.

Obras e reformas

Verifique, se possível com a ajuda de um especialista, se o imóvel precisa de reformas. Um local de baixo valor, mas que precisa de muitas reformas e manutenção constante é um barato que pode sair muito caro à longo prazo. Se o custo benefício valer a pena mesmo assim, procure fazer as modificações antes da mudança, para causar menos transtorno.

Imóveis novos

Em caso de imóveis novos, lembre-se de que a maioria deles é entregue sem revestimentos e mobília, então inclua esses gastos em seu orçamento.

 

Com essas dicas, você poderá encontrar o imóvel dos seus sonhos, um local para chamar de lar doce lar.

 

 

Morar na Cidade Maravilhosa

A decisão de se mudar para outra cidade é sempre complicada. Levar em consideração fatores como valores dos imóveis para aluguel, meios de transportes e serviços é essencial para se posicionar de forma confortável (e eficiente) na nova cidade. No caso do Rio de Janeiro, cidade bastante conhecida por turistas, alguns bairros acabam ganhando a preferência dos migrantes.

Segundo o presidente da Secovi Rio, Leonardo Schneider, quem vem de fora da cidade prefere a faixa que vai de Copacabana/Leme até a Lapa, enquanto os estrangeiros preferem a Zona Sul, além de Gávea, Urca e Santa Tereza.

Algumas dicas para quem quer vir morar na Cidade Maravilhosa se planejar melhor são:

- Avaliar com cuidado os valores de alugueis, fazendo cálculos e comparações se baseando sempre no valos do metro quadrado. Bairros mais badalados, como o Leblon, podem chegar à R$22.000 o metro quadrado – o mais caro do país, segundo o balanço mais recente do Índice FipeZap.

- Fazer uma visita prévia ao local fora de datas comemorativas e períodos de férias e muito movimento, como final de ano, é uma boa oportunidade de ver como a vida no bairro realmente funciona e como é a rotina do local.

- Verificar os principais serviços, como supermercados e centros de atendimento médico, suas disponibilidade e proximidade do local escolhido, para não ficar perdido na nova cidade. O transporte público e acessibilidade também são importantes.

Para todas as dicas vale uma boa conversa com os moradores do local ou com o porteiro, por exemplo. São eles que vivem o dia-a-dia que vocês quer viver, então podem dar todas as dicas que você vai precisar para entrar com o pé direito na nova vida.

Decoração feita pelos pequenos

No mês das crianças, trazemos uma ideia criativa para o quarto dos pequenos. São vidros que permitem que paredes e móveis sejam riscados com canetas e lápis de colorir, tornando a limpeza fácil e prática, além de ter sempre uma nova “tela” para as artes. As crianças vão poder pintar e desenhar nos vidros usados em portas de guarda-roupas e armários.

De forma prática e funcional, os desenhos poderão se limpos com facilidade a todo o instante em que os pequenos cansarem e quiserem começar uma nova pintura. Todo dia uma pintura nova, com novas cores e novas ideias. As texturas, criadas por uma equipe de designers, são inspiradas no mundo das histórias infantis. Por serem versáteis, os vidros podem ser usados em vários cômodos da casa.

O sistema é da Alumiglass, empresa de acessórios para móveis, com a linha Baby e Kids, da Coleção Design.