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Super Síndico em: salão de festa em datas festivas

O salão de festas é uma das áreas comuns que muitos condomínios oferecem aos moradores – e também uma das que causa mais dúvidas e problemas. Uma das maiores controvérsias é sobre o aluguel do espaço em datas festivas, como Natal e Ano Novo, por exemplo.

Como não existe nenhuma lei específica sobre o tema, a orientação é seguir o que as regras condominais e o estatuto do condomínio determinam.

Melhor do que a simples proibição do uso nessas datas é chegar à um acordo de regulamentação do uso desse espaço. Uma boa opção é o sorteio: todos os condôminos interessados no uso do espaço nessas datas devem demonstrar seu interesse até 90 dias antes da mesma para que, 30 dias antes dela, possa ser feito um sorteio entre os interessados. As inscrições devem constar em quadro de avisos ou outros meios de comunicação que cheguem a todos.

Deve-se observar também se nessas normas haverá proibição de inscrição para inadimplentes ou infratores. Isso também deve estar bem claro no comunicado.

Após o sorteio, um prazo deve ser estipulado para efetuar o pagamento e garantir a reserva do espaço, podendo ainda constar outras regras, como o sorteio de outras três unidades para o caso de desistência ou não pagamento da reserva, especificar multa para os desistentes e inúmeras outras regras de um sorteio.

Conheça o SocialCondo!

A vida anda cada vez mais corrida e a tecnologia busca sempre nos ajudar a ganhar mais tempo: celulares, carros e televisão multifunções são cada vez mais comuns no mercado e as pessoas tem aderido cada vez mais. Mas na hora de chegar em casa, dentro dos nossos condomínios, parece uma viagem de volta ao passado: muito papel, burocracia e ligações fazem todos os processos se tornarem ainda mais lentos.

Pensando nisso, a ESTASA lança, em comemoração ao seu aniversário de 42 anos, o SocialCondo, uma rede social para integrar condôminos e administradores, resultando num relacionamento muito mais fácil, prático e rápido!

Através dele as tarefas cotidianas podem ser realizadas através do computador ou smatphone, inovando e gerando muito mais comodidade na convivência e administração dos ganhos, tempo e energia, gerando uma vida muito melhor para o seu condomínio. Veja tudo que o SocialCondo pode te oferecer:

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O que são despesas ordinárias e extraordinárias?

Na hora de organizar as contas do condomínio o síndico tem que entender tudo de despesas. Você sabia que existem dois tipos de despesa, as ordinárias e as extraordinárias?

Despesas ordinárias são todos os gastos rotineiros e necessários para manutenção do condomínio, como: salários, prestadores de serviços, encargos fiscais e trabalhistas, despesas de consumo, manutenção, seguro, gastos administrativos, conservação, pequenos reparos e outras.

Nessa área o síndico precisa ter muito cuidado, pois uma previsão orçamentária errada pode levar as finanças do condomínio ladeira abaixo. É preciso planejar com muito cuidado todas essas despesas, já que são fixas e certas ao longo de todos os meses.

Já as despesas extraordinárias, como o próprio nome diz, são os gastos extras oriundos de imprevistos como vazamento, substituição de equipamentos, reformas, benfeitorias e, salvo algumas situações emergenciais, a capitação de valores para despesas extraordinárias é precedido de assembléia.

Essa distinção pode não ser importante para a maioria dos condôminos, mas quem aluga um local deve estar sempre de olho: por lei, as despesas ordinárias são de responsabilidade do inquilino, mas as extraordinárias caem nas mãos do proprietário do imóvel. Um bom acordo é que o pagamento dessas despesas, quando feitas pelo inquilino, sejam depois descontadas do próprio aluguel.

SuperSíndico em: trocando a administradora!

Administrar um condomínio não é tarefa fácil. Muitas contas, funcionários, burocracia… Por isso o síndico é quase um herói nos dias atuais! Para ajuda-lo existem as administradoras especializadas nesse tipo de serviço. Para dar certo, essa relação precisa ser saudável e produtiva. Mas, e quando ela não dá certo?

É papel do síndico e está entre os seus principais deveres a proteção dos interesses comuns dos condôminos, por isso ele é responsável por verificar se o contrato realizado com a administradora está atendendo aos anseios e necessidades do condomínio e, em caso negativo, reverter a situação da melhor forma possível.

Sendo assim, é como se a administradora fosse uma “funcionária” do condomínio e o síndico pode e deve troca-la caso julgue necessário, sem precisar de prévia aprovação de assembleia.

Mesmo assim, como é uma situação delicada, que pode acabar gerando custos como multa rescisória, entrega de documentos e possível aumento de valores, é aconselhável que o síndico reúna os condôminos para comunicar a decisão e explicar seus motivos. Isso mostra também uma administração responsável e transparente.

 

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Qual a importância da ata de assembleia?

Como todos sabemos, regras são criadas em todo lugar – inclusive nos condomínios – para manter todo o sistema em ordem e evitar futuras discussões desnecessárias. No nosso caso, todas essas regras são discutidas em assembleia, onde todos os condôminos tem o direito de votar e decidir o que é melhor ou não para o condomínio funcionar em perfeita harmonia.

A ata da assembleia tem então um papel primordial e importantíssimo: é através dela que ficam registradas e tomam peso de lei (no âmbito do condomínio) todas as decisões tomadas nas reuniões, assim como todos os fatos relevantes que ocorreram durante os encontros, decisões, pontos de discordância e ressalvas. Ela é um histórico do que aconteceu.

Depois de lavrada, ou seja, de reconhecida como documento legal e oficial da reunião, a ata deve ser levada ao conhecimento de todos os condôminos e então arquivada, para futuras consultas. O redator da ata tem em mãos uma grande responsabilidade: toda mudança feita de forma intencional e que possa prejudicar o sentido final das decisões ou ressalvas é passível de ser considerada crime.

Muitos condomínios tem optado por gravar as reuniões, tendo uma base sólida para posterior elaboração da ata e arquivamento também. De qualquer forma, a ata em papel e sua distribuição aos moradores continua sendo obrigatória, então muito cautela em sua elaboração.

Acessibilidade: seu condomínio tem?

Desde 2004 a lei da acessibilidade se aplica também aos condomínios: todos devem estar adaptados e promover o livre acesso à deficientes e pessoas com dificuldade de locomoção. Todos os acessos ao condomínio, incluindo áreas comuns, como piscina, salões de festa e de reunião, quadras, portarias, estacionamentos e garagem devem estar adaptados para facilitar o acesso dessas pessoas.

Segundo censo realizado pelo IBGE em 2000, 24,5 milhões de brasileiros tem algum tipo de deficiência, ou seja, 14,5% da população. Há ainda as pessoas com mobilidade reduzida, como os idosos ou casos temporários, como acidentes e imobilizações, por exemplo.

Na hora de adaptar o ambiente, porém, é preciso ter cuidado. Não basta um simples rampa, tudo deve estar dentro dos padrões estabelecidos pela norma técnica NBR 9050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Nas entradas e saídas, por exemplo, a superfície deve ser plana e antiderrapante para qualquer clima, além de ter no mínimo 1,20m de largura e não possuir obstáculos. Recomenda-se também o uso de piso tátil para indicar mudanças de plano ou obstáculos.

Na dúvida, consulte um especialista: na ESTASA temos os melhores profissionais para auxiliar na sua reforma e garantir o bem estar de todos no seu condomínio.

Que tal contratar um síndico profissional?

A maioria dos condomínios antigos não possui muitas unidades habitacionais ou áreas comuns a serem administradas e por isso o síndico, responsável pela organização e manutenção do bem estar de todos, na maioria das vezes é um dos próprios moradores.

Atualmente, no entanto, os empreendimentos mais novos possuem um elevado número de prédios e apartamentos, áreas de lazer e prestadores de serviços, tornando esse trabalho de administração muito mais complexo. Seria a hora de chamar um síndico profissional?

Existem inúmeras vantagens em ter um profissional da área administrando e cuidando do seu condomínio. Vamos enumerar algumas:

- Imparcialidade: um síndico que não é morador não precisa ser distante dos condôminos, mas a chance de se envolver nas questões do condomínio que podem influenciar negativamente a tomada de decisões importante diminui consideravelmente. Assim, a gestão fica baseada apenas em números, controles, grau de satisfação dos moradores e outros elementos quantitativos e qualitativos exatos;

- Quanto maior o condomínio, mais complicada será a sua administração e um profissional da área pode tornar processos como contratação de prestadora de serviços, organização das contas e implementação de métodos de trabalho muito mais rápidos, além de trazer “de fora” ideias que tiveram resultados positivos em outros condomínios;

- A figura do síndico contratado gera uma visão mais profissional da gestão do condomínio, principalmente para os prestadores de serviços;

- Um profissional possui mais experiência no gerenciamento de crises e na negociação de contratos, além de já conhecer o mercado;

- Caso seja necessário seu desligamento, não há mal estar entre os condôminos.

 

A nomeação dessa pessoa deve ser analisada por todos os condôminos, que avaliam em assembleia a sua real necessidade. Além disso, também é importante analisar a convenção condominial para saber se a contratação é possível.

Além disso, avalie bem e contrate um profissional de confiança, afinal, seu condomínio vai estar nas mãos dele. Na ESTASA oferecemos um serviço completo de gestão do seu condomínio, confira clicando aqui.

 

Super Síndico em: CFTV e Cercas Elétricas

Uma das principais preocupações de se viver nos grandes centros urbanos hoje em dia é a segurança, um fator que pesa muito na hora de escolher um imóvel. Os condomínios costumam ser escolhidos por geralmente apresentar mais segurança e muitos deles possuem circuitos fechados de TV e cercas elétricas. Mas o síndico precisa ter alguns cuidados para poder instalar e usar de forma correta esse tipo de equipamento.

LOCAL – Áreas de circulação constante, como postarias, entrada e saída de pessoas e veículos, halls de entrada e elevadores são os locais mais indicados para instalar os equipamentos, uma vez que são os mais movimentados. Em outros locais, como salões de festa, também podem haver equipamentos, mas sem precisar de monitoramento constante – as imagens podem ser resgatadas caso haja algum problema. Algumas áreas como banheiros e vestiários não podem ser filmadas.

SINALIZAÇÃO – De extrema importância, a sinalização da presença de câmeras e cercas elétricas é essencial, uma vez que o condomínio é responsável por qualquer acidente causado pela cerca elétrica ou por algum vídeo comprometedor postado na internet, por exemplo. Por isso é importante que esse tipo de equipamento seja instalado e monitorado por empresas especializadas.

IMAGENS – O ideal é que os moradores tenham acesso apenas às câmeras de entrada e saída do condomínio. Caso seja preciso que imagens sejam revistas para resolução de pequenos problemas, como arranhão em carro na garagem, por exemplo, a solicitação deve ser feita ao síndico, que assistirá o trecho solicitado juntamente com o solicitante. Para casos mais sérios, o recomendado é que as imagens sejam cedidas apenas mediante pedido judicial, para evitar futuros processos contra o condomínio.

LEGISLAÇÃO – Na grande maioria dos estados e municípios não há uma legislação específica sobre o tema. São Paulo e Brasília, por exemplo, possuem regulamentações bem específicas. Mas, no geral, fica o bom senso sobre o uso das imagens e a responsabilidade de contratar uma empresa especializada para a instalação de todos os equipamentos, afim de garantir a maior segurança aos moradores.

Escritura: para que serve?

Um dos documentos mais importantes a serem verificados no momento de adquirir um imóvel é a sua escritura. Assumir o risco de comprar um imóvel sem escritura é muito perigoso, uma vez que o vendedor pode, até mesmo, nem ser o dono do local à venda.

Sem o documento não há qualquer garantia sobre a procedência do bem (se é mesmo do vendedor, se foi transferido ou legado à ele de forma legal). Caso seja constatada alguma fraude, o comprador pode ficar até mesmo sem o imóvel.

Alguns compradores possuem a matrícula do imóvel, mas não lavram a escritura e não a apresenta em cartório devido aos custos com pagamento de impostos, que podem chegar até à 2% do valor do imóvel. Nesse caso, os problemas surgem anos depois, quando o comprador resolve vender ou transferir o local. Herdeiros também podem ser bastante prejudicados no processo, em caso de falecimento do proprietário, pois a única forma de reconhecimento é por usucapião, processo judicial que costuma demorar bastante para ser finalizado.

Documentos e mais documentos: o que preciso para comprar meu imóvel?

Muitas pessoas tem dúvidas na hora de adquirir um imóvel e a principal delas é: quais documentos levar?  É preciso muita paciência para resolver todos os trâmites burocráticos. Depois dos primeiros passos, como escolher e empreendimento e definir a forma de pagamento, é hora de separar todos os documentos. Anote aí:

 

- RG (seu e do cônjuge, se houver);

- CPF (seu e do cônjuge, se houver);

- Certidão de estado civil;

- comprovante de endereço;

- comprovante de renda;

- imposto de renda.

Documentos em mãos e proposta de compra preenchida, a papelada toda será encaminhada para o setor administrativo da imobiliária responsável, para análise de crédito. Após a aprovação, tudo isso vai se tornar o contrato de compra do imóvel, onde estarão todos os detalhes dele, como metragem, especificações e forma de pagamento, por exemplo.

Tudo certo agora? Não, ainda falta muita coisa, como verificar se o imóvel e/ou o vendedor possui pendências, como dívidas com IPTU e condomínio, por exemplo. Além disso, existem taxas que devem ser pagas, como Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e documentos que são solicitados em cartório – que não são em sua maioria muito baratos e por isso precisam entrar no planejamento e serem solicitados apenas quando tudo mais já estiver devidamente acertado.

Pra você não se perder no meio de tanto papel, é simples: a ESTASA oferece um serviço de acompanhamento de compra e venda, com um profissional capacitado e que vai te acompanhar desde a entrada do imóvel para venda até a lavratura da escritura e a entrega das chaves. Para saber mais, acesse http://www.estasa.com.br/imoveis.php